Comandos

Comandos são especificados com uma barra invertida, seguida por um nome. Exemplos:

  • \author{Fulano de Tal}
  • \documentclass[a4paper,11pt]{article}
  • \maketitle

Comandos podem ou não ter argumentos. Um argumento é um dado que você passa para o comando. Argumentos deixam os comandos mais flexíveis e reutilizáveis. Nos exemplos acima, o terceiro comando não tem argumentos.

Argumentos podem ser obrigatórios ou opcionais. Os obrigatórios são passados entre chaves, e os opcionais são passados entre colchetes. Nos exemplos acima, o comando \documentclass tem um argumento obrigatório, que é a classe do documento.

O segundo exemplo recebe apenas um argumento opcional, que é passado entre colchetes. Porém, esse argumento recebe valores separados por vírgula (que, no caso, são o tamanho da folha e o tamanho da fonte). Cada argumento passado, seja opcional ou obrigatório, deve estar envolvido em suas próprias chaves, no caso de argumentos obrigatórios, ou colchetes, no caso de argumentos opcionais. Há alguns casos que fogem um pouco dessa sintaxe, mas são raros.

A ordem na qual os argumentos são passados não importa. Assim, os comandos abaixo são equivalentes:

\documentclass[a4paper,11pt]{article}
\documentclass{article}[a4paper,11pt]

Há comandos que geram saída e comandos que não geram saída. Gerar saída é imprimir alguma coisa no documento. Nos exemplos acima, apenas o comando \maketitle gera uma saída. Comandos que geram saída devem ser colocados no ambiente document. Colocá-los fora desse ambiente não só fará com que eles não sejam impressos, como também causará erros.